Seguro agrícola e crédito de custeio são precificados, em grande parte, com tabelas de risco regionais construídas sobre histórico climático antigo e médias que escondem a variância real. O produtor na zona de transição do Cerrado não tem o mesmo risco que o produtor 200 km ao sul — mas a tabela trata os dois igual. Quando o El Niño chega, a surpresa é de quem deveria ter modelado antes.
"Risco climático não é o que aconteceu nos últimos 30 anos. É o que está acontecendo com o clima agora — e a tabela não sabe disso." — HTI AI Studio
Integração de histórico de safra com dados climáticos
Cruzamos o histórico de produção por talhão e por safra — disponível no ERP da cooperativa — com séries históricas de precipitação, temperatura, índice de seca e anomalias climáticas (El Niño/La Niña) na região. A correlação entre clima e produtividade real do associado é o dado que nenhuma tabela tem.
Modelagem de risco por microrregião
O modelo não trabalha com médias regionais amplas. Trabalha com a variância real de produtividade por microrregião, por tipo de solo e por cultura — usando os dados da própria cooperativa. Risco de soja em solo arenoso em ano de La Niña é diferente de soja em latossolo em ano neutro. O modelo sabe.
Score de risco climático por produtor e por safra
Para cada operação de crédito de custeio ou renovação de seguro, o modelo gera um score de risco climático individualizado: probabilidade de perda acima de X% baseada no perfil do produtor, na cultura, na localização e no cenário climático previsto para a safra.
Integração ao processo de crédito e seguro
O score de risco climático entra no processo de análise — ao lado do score de crédito do produtor. A cooperativa ajusta o limite de custeio e a franquia do seguro com base em risco real, não em tabela. Menos surpresa na sinistralidade, mais precisão na precificação.
Fontes de dado climático que o modelo integra: INMET, AGRITEMPO (Embrapa), Climatempo API, CHIRPS (precipitação histórica global) e previsões sazonais do INPE. Tudo integrado às bases internas da cooperativa via pipeline de dados estruturado pela HTI.
O que a cooperativa recebe
- →Modelo de risco climático treinado no histórico real de safra e clima da região.
- →Score de risco por produtor, cultura e safra.
- →Integração com fontes de dados climáticos externos (INMET, AGRITEMPO, INPE).
- →Pipeline de atualização a cada ciclo de safra.
- →Dashboard de exposição climática da carteira de crédito.
- →Infraestrutura de dados sustentada pela HTI.
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