A análise de um sinistro complexo envolve: boletim de ocorrência, laudo médico ou de peritos, fotos, notas fiscais, histórico do segurado, apólice vigente e documentos de terceiros. Tudo isso chega em formatos diferentes — PDF escaneado, foto de celular, DOC mal formatado. O analista lê tudo. Cruza manualmente. Decide. Documenta. Esse processo não escala — e é onde os erros acontecem.
"O problema não é a decisão. É o tempo e a inconsistência que chegam antes dela." — HTI AI Studio
Ingestão e OCR
Todos os documentos do sinistro são processados: PDFs, imagens e arquivos de texto. OCR extrai o conteúdo; o agente normaliza e estrutura os dados independente do formato original.
Leitura contextual com Claude
O modelo lê cada documento entendendo contexto, não apenas extraindo campos. Identifica contradições entre documentos, datas inconsistentes, valores incompatíveis com o tipo de sinistro.
Cruzamento com a base da seguradora
O agente acessa o histórico do segurado, a apólice vigente e os parâmetros de cobertura diretamente nas bases Oracle ou PostgreSQL — sem exportação manual.
Sugestão de decisão com justificativa
O agente produz: classificação do sinistro, recomendação (aprovar / revisar / negar), justificativa em linguagem natural e lista de pontos de atenção. Tudo exportável e auditável para SUSEP.
Regulação de seguros exige rastreabilidade de decisões. Por isso o agente não apenas decide — ele documenta cada etapa do raciocínio em linguagem que o time jurídico e os auditores entendem. Nenhuma decisão é uma caixa preta. A infraestrutura de dados é sustentada pelo DBA dedicado da HTI.
O que a seguradora recebe: pipeline de ingestão de documentos integrado às bases existentes; agente Claude treinado no vocabulário e nos critérios da seguradora; sugestão de decisão com justificativa auditável em cada sinistro; integração com o sistema de gestão de sinistros já existente; monitoramento contínuo e ajuste do modelo pela HTI. Complementa o trabalho de detecção de fraude e faz parte do cluster de IA para seguradoras.